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Argentino…
por: sucessimUm Argentino chegou na Rodoviária em São Paulo e pediu uma informação:
- Oye! Onde tiene un autocarro pra ir asta la estacion para apanhar un comboio para Itaquera?
- Aqui não chamamos autocarro, chamamos ônibus.
- OK. Entonces, como apanho o ônibus pra ir asta la estacion e apanhar o comboio?
- Aqui não chamamos estacion, chamamos ferroviária.
- Muy bien. Entonces, onde tem o ônibus pra ir até à ferroviária e apanhar o comboio?
- Aqui não chamamos comboio, chamamos trem.
- Caramba! Entonces, my hermano, como apanho o ônibus pra ir à ferroviária para apanhar o trem?
- Aqui não dizemos apanhar, mas sim pegar.
- Carajo, dejas de bromas!! Muy bien, como pego o ônibus pra ir à ferroviária para pegar o trem?
- Não precisa ir, é aqui mesmo…
- PORRA! Hay que preguntar: Como é que ustedes chamam ‘filho de la putana’acá en Brasil???
- Não chamamos. Eles vêm da Argentina sem ninguém chamar!
Parábola do Rato.
por: sucessimCerto dia, um homem entrou numa loja de antigüidades e se deparou com uma belíssima estátua de um rato.
Bestificado com a beleza da obra de arte, ele correu ao balcão e perguntou o preço ao vendedor:
- Quanto custa?
- A peça custa R$ 50 e a história do rato custa R$ 1.000.
- O quê? Você ficou maluco? Vou levar só a obra de arte.
Feliz e contente o homem saiu da loja com sua estátua debaixo do braço.
À medida que ia andando, percebeu mortificado que inúmeros ratos saíam das lixeiras e bocas de lobo na rua e passaram a segui-lo.
Correndo desesperado, o homem foi até o cais do porto e atirou a peça com toda a sua força para o meio do oceano.
Incrédulo, viu toda aquela horda de ratazanas se jogarem atrás e morrerem afogadas.
Ainda sem forças, o homem voltou para o antiquário e o vendedor disse:
- Veio comprar a história, não é?
- Não, eu quero saber se você tem uma estátua da Dilma.
Dilma Família
por: sucessimJoãozinho e o prazer
por: sucessimJoãozinho está dentro do carro do seu pai, quando avista duas prostitutas na calçada…
- Pai, quem são aquelas senhoras?
O pai meio embaraçado, responde:
- Não interessa filho…. Olhe antes para esta loja… Já viu os lindos brinquedos que tem?
- Sim, sim, já vi. Mas… quem são as senhoras e o que é que estão fazendo ali paradas?
- São… são. São senhoras que vendem na rua.
- Ah, sim?! Mas vendem o quê?? – Pergunta admirado o garoto.
- Vendem…. vendem… Sei lá… vendem um pouco de prazer.
O garoto começa a refletir sobre o que o pai lhe disse, e quando chega em casa, abre a sua carteira com a intenção de ir comprar um pouco de prazer.
Estava com sorte! Podia comprar 50 reais de prazer!
No dia seguinte vai ver uma prostituta e pergunta-lhe:
- Desculpe, minha senhora, mas pode-me vender 50 reais de prazer, por favor?
A mulher fica admirada, e por momentos não sabe o que dizer, mas como a vida está difícil, ela aceita. Porém, como não poderia agir de forma ‘normal’ com o garotinho, leva o garoto para casa dela e prepara-lhe seis pequenas tortas bem gostosas de morango e chocolate.
Já era tarde quando o garoto chega em casa.
O seu pai, preocupado pela demora do filho, pergunta-lhe onde ele tinha estado. O garoto olha para o pai e diz:
- Fui ver uma das senhoras que nós vimos ontem, para lhe comprar um pouco de prazer!
O pai fica amarelo:
- E… e então…. como é que se passou?
- Bom, as quatro primeiras não tive dificuldade em comer, a quinta levei quase uma hora e a sexta foi com muito sacrifício. Tive quase que empurrar para dentro com o dedo, mas comi mesmo assim. Ao final estava todo lambuzado, melequei todo o chão, e a senhora me convidou para voltar amanhã,mas para ser sincero ao senhor eu só tive prazer nas três primeiras , as outras só comi para mostrar que sou homem mesmo, posso ir amanhã novamente, pai?












